EUA camufla Bases Aéreas, fábricas e usinas na II Guerra Mundial

É fevereiro de 1942. Monitores da Marinha dos EUA rastearam um submarino japonês o
"Skulking"
próximo de San Francisco. Algumas noites depois, o submarino estava próximo da costa de Santa Barbara onde ocorreram incêndios em uma instalação de armazenamento de petróleo. Com as lembranças de Pearl Harbor  ainda recentes, a ameaça de uma invasão japonesa era palpável.

Entra em cena o tenente-general John L. de Witt, chefe do Comando de Defesa Ocidental. Ele é encarregado da ordem assustadora para implementar "medidas de defesa passiva" com camuflagem de todas as Bases Aéreas, fábricas e usinas e para todas as instalações vitais ao longo da costa do Pacífico. Execução de tal ordem foi dada ao coronel John F. Ohmer que estava na base de March Field, cerca de 60 quilômetros a leste do centro de Los Angeles.

Vôos sobre as áreas camufladas atestaram positivamente como os pilotos foram incapazes de identificar as bases, fábricas e usinas. Logo ordens vieram de outras áreas dos EUA. Em Seattle, o gigantesco complexo de 26 hectares da Boeing ordenou que o mesmo também fosse camuflado; disfarçando a área como um bairro completo, com prédios municipais, parques, escolas e residências.























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